Veja profissões que correm o risco de desaparecer

A Revolução Industrial 4.0 está trazendo uma série de alterações em relação à forma como os seres humanos trabalham e se relacionam. Inclusive, desde o surgimento das máquinas, algumas profissões foram criadas enquanto outras foram deixando de existir com o passar das décadas e até mesmo séculos, e isso também vale para os próximos anos. 

Muitas áreas estão substituindo os profissionais por máquinas, que podem trabalhar mais, durante 24 horas por dia, possuem custo menor de operação e  não precisam de férias ou outros direitos. Além disso, estão menos sujeitas a cometerem falhas ou erros. Hoje em dia, as empresas estão em busca constante de agilidade, de precisão e quantidade. 

Por isso, os setores de tecnologia que são capazes de criar e administrar essas máquinas ou quaisquer outras plataformas do meio digital – que vem estando em constante ascensão – devem estar entre os principais destaques para os próximos anos. Por isso, profissões como desenvolvedores, programadores, engenheiros de dados e administradores de banco de dados devem ter ainda mais vagas, independente se a empresa trabalhar com marketing, indústria, educação ou outros. 

Além disso, os grupos que trabalham com estratégia de marketing também estão no topo dos valorizados: são tantas empresas trabalhando para conseguir mais clientes que esses especialistas são essenciais para criar um tom de voz da marca e orientar durante esse processo. O marketing de conteúdo, que antes não recebia as devidas atenções, vem se popularizando nos últimos anos. 

Quais profissões podem deixar de existir nos próximos anos?

  • Pessoal de contabilidade, escrituração e folha de pagamento: está cada vez mais simples do próprio empresário realizar esse procedimento através de portais que são oferecidos pelo próprio GOV como o RedeSim e o Portal do Empreendedor. A emissão de notas fiscais também vem se tornando mais simplificada, bastando ter consigo um certificado digital. 
  • Trabalhadores industriais: estão sendo substituídos por máquinas que são mais baratas a longo prazo. 
Daiane Souza
Formação em jornalismo pela Uniasselvi e em história pela FURB. Amante, desde o ano de 2017, pela produção de conteúdos, notícias e redação em geral.

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