Ações que estiveram em alta em 2021 mas que decaíram MUITO em 2022

Algumas empresas se destacaram com as ações na Bolsa de Valores durante o ano de 2021. No entanto, acabaram perdendo a força durante o começo do ano de 2022, nas duas semanas de janeiro. Neste artigo, o Otrabalhador separou uma lista daquelas que poderiam ser bons investimentos mas que estão caindo a cada dia. Portanto, se quiser saber mais sobre o assunto, basta que você continue a leitura conosco. 

Méliuz (CASH3)

A Méliuz (CASH3) informou, durante o começo do ano, que estaria fechando uma parceria com o Mastercard para lançar os novos cartões de crédito – que até então eram fornecidos pelo banco Pan, mas tiveram parcerias cortadas. Durante o ano de 2021, a empresa estava em alta acima de 150% em seu acumulado, mas começou a decair e perder mais de 10% ao dia. Durante o dia 04 de janeiro, na terça-feira, perderam cerca de 5%.

Mín — Máx (Dia) 2,83 – 3,11
Variação (Dia) -5.24%

A marca trabalha oferecendo cashbacks para os seus clientes que compram em grandes empresas como a Amazon e a Americanas. Apesar de ser uma área bastante promissora, viram as dívidas crescerem a cada trimestre. 

Banco Inter (BIDI4)

O Banco Inter (BIDI4) literalmente estava quase perto dos R$ 20 durante o ano de 2021 e, durante alguns meses do ano passado, estava com o acumulado na faixa de 250%. Os investidores estavam com boas expectativas em relação ao crescente número de usuários que estavam se tornando adeptos à instituição. E não é por pouco: são sem anuidade e permitem transferências ilimitadas assim como acesso a uma plataforma completa de investimentos. 

Mín — Máx (Dia) 8,10 – 9,57
Variação (Dia) -12.97%

No entanto, durante o dia 04 de janeiro, acabaram terminando o dia com uma forte alta de quase 13%. As ações estavam sendo cotadas com valores que variavam de R$ 9,57 e R$ 8,10. Tudo isso mesmo com a empresa anunciando a possibilidade de recompra de suas ações.

Daiane Souza
Formação em jornalismo pela Uniasselvi e em história pela FURB. Amante, desde o ano de 2017, pela produção de conteúdos, notícias e redação em geral.

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