O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) comunicou que suas unidades estarão fechadas nos dias 28, 29 e 30 de janeiro em todo o território nacional.
Essa interrupção tem como objetivo promover melhorias nos sistemas previdenciários sob a supervisão da Dataprev, que cuida da tecnologia da informação do INSS.
Adicionalmente, os serviços digitais oferecidos pelo Meu INSS, como o site, o aplicativo e a Central Telefônica 135, estarão indisponíveis das 19 horas do dia 27 até o dia 31 de janeiro.
Planos para reduzir os impactos
Para minimizar as consequências dessa paralisação, o INSS disponibilizará atendimento aos sábados e domingos anteriores: dias 17 e 18, assim como 24 e 25 de janeiro, nas suas agências.
Essa medida tem a intenção de antecipar agendamentos e reduzir os efeitos dessa suspensão temporária.
Os usuários que preferirem poderão reagendar atendimentos para dias úteis assim que os serviços forem restabelecidos.
Durante o período de fechamento, não será possível realizar várias operações, incluindo a apresentação de pedidos ou a verificação de benefícios no Meu INSS.
Essa paralisação poderá impactar prazos administrativos e a rotina de advogados que dependem dessas plataformas.
Retomada dos serviços
As atividades devem ser retomadas ao final do dia 31 de janeiro. A expectativa é que, a partir desse dia, os serviços funcionem com mais estabilidade e segurança.
O INSS garante que, após essa fase de modernização, a qualidade do atendimento será aprimorada, tornando-se mais eficiente e confiável. Beneficiários com demandas urgentes poderão contar com atendimentos emergenciais ou optar por aguardar o retorno nos dias úteis.
Sobre o INSS
O INSS atua como a entidade governamental brasileira responsável pela administração do sistema de Previdência Social. Sua função é assegurar benefícios, tais como aposentadorias, pensões, auxílio-doença, salário-maternidade e auxílio-reclusão aos trabalhadores que fazem contribuições regulares.
O INSS opera como uma proteção financeira pública para amparar o cidadão frente à perda de renda.
As contribuições vêm tanto de trabalhadores quanto de empregadores, servindo para financiar esses benefícios e garantir o apoio em diversas situações de vulnerabilidade.