A Prova de vida permanece obrigatória para aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios em 2026, mas a maneira de comprovar mudou — gerando assim algumas incertezas.
Na maioria das situações, essa verificação é feita automaticamente, sem que o aposentado precise se deslocar até uma agência bancária ou do Instituto Nacional do Seguro Social.
Com a nova regra, o Instituto Nacional do Seguro Social assumiu a responsabilidade pela verificação. A instituição analisa informações públicas e registros oficiais conectados ao CPF do beneficiário. Se o sistema detecta movimentações recentes, a verificação é considerada realizada.
Em 2026, quais documentos o INSS aceita como verificação de vida?
O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) aceita diversos eventos da vida civil desde que registrados em plataformas oficiais. Entre os principais, estão a emissão ou renovação de documentos de identificação com foto, como RG, CNH, passaporte e Carteira de Trabalho, incluindo a versão digital.
Atualizações no Cadastro Único (CadÚnico) também são válidas, especialmente para aqueles que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A visita a um CRAS para a atualização de dados gera um registro automático.
Outros documentos que podem ser aceitos incluem o comparecimento às eleições, atendimentos no SUS, serviços realizados em órgãos públicos e movimentações presenciais no banco pagador, desde que haja identificação biométrica ou validação de identidade.
O uso de plataformas digitais também é considerado. O acesso ao Meu INSS e ao portal gov.br com um nível elevado de segurança — como biometria facial — pode ser utilizado para a confirmação de vida.
Além disso, a entrega da declaração do Imposto de Renda à Receita Federal contribui para o cruzamento de dados.
Se o sistema não identificar registros suficientes, o beneficiário pode ser solicitado a realizar a verificação de forma manual. Nessa situação, a Prova de Vida pode ser feita de modo presencial ou por meio de validação digital.