Falta de verbas para Novo Bolsa Família pode prorrogar o auxílio emergencial

O ministro da Economia, Paulo Guedes, argumentou recentemente que poderia prorrogar o auxílio emergencial caso o novo Bolsa Família não começasse a ser pago no mês de novembro como era previsto inicialmente.
O prometido pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, era de que o BF teria um reajuste de 50% em relação ao que está sendo pago nos últimos meses. No entanto, acredita-se que o governo federal não poderá entrar em vigor com o programa neste ano devido a falta de verbas.
O prometido era a saída da média de R$ 190 para R$ 300 para cada família. Vale ressaltar que as parcelas pagas pelo Bolsa Família podem variar da estrutura do grupo. Geralmente, as famílias com crianças ou adolescentes recebem mais.
Dessa forma, poderia haver a prorrogação do auxílio emergencial até o mês de dezembro. O valor deve continuar o mesmo que os atuais e vai circular na faixa de R$ 250. Os requisitos também continuarão os mesmos e somente poderão se candidatar para receber a prorrogação aqueles que são beneficiados desde 2020, no mês de abril.
Requisitos para receber o auxílio emergencial
É necessário cumprir uma série de requisitos para receber o auxílio emergencial, principalmente em relação à renda que deve ser inferior a R$ 3300 por grupo e de R$ 550 por pessoa, três e meio salário mínimo, respectivamente.
Além disso, é necessário que os trabalhadores não tenham declarado o imposto de renda no ano de 2019 e tenha bens com valores inferiores a R$ 300 mil. Outro ponto importante é que os beneficiários não podem receber outros benefícios do governo federal, como bolsa de estudos e até mesmo INSS (aposentadoria, seguro desemprego, auxílio maternidade e outros).
